Como fica a formação da criança sem a presença do pai?

Ser responsável por um filho não é uma tarefa muito fácil, temos que admitir isso. Porém, em hipótese alguma isso pode ser uma desculpa para ausência e omissão. A responsabilidade de cuidar e educar um filho é gigantesca e não é só uma tarefa da mãe, o pai precisa e deve participar de cada fase da criança. 

 

É comum, mais do que deveria, escutarmos queixas de mulheres sobre a ausência de seus parceiros ou ex-maridos na criação de seus filhos. Na verdade, é muito triste isso, uma criança precisa tanto do pai quanto da mãe.

 

No desenvolvimento do bebê a ausência paterna pode afetá-lo a partir do sexto mês de vida. E, no caso da ausência do pai, o bebê pode se apegar a outras figuras masculinas como avô ou tio, por exemplo. 

 

A criança passa uma fase um pouco conturbada ainda em seus primeiros meses de vida, mais ou menos nos três meses. E essa crise pode voltar após os seis meses, quando o bebê não reconhece em ninguém a figura paterna que procura. 

 

Papai, não ache que você é um mero figurante nessa história toda, mesmo se você estiver separado da mãe do seu filho. Sua presença e dedicação são importantíssimas para o bebê e para a constituição de uma família e afeto. Mesmo que isso tenha que ser construído em um ambiente menos convencional. 

Dedique mais tempo na criação de seu filho e o faça perceber que você é parte importante desse processo. 

Somos Mãeshttps://somosmaes.com.br/
A Somos Mães é uma ONG e uma empresa do setor 2,5 que nasceu em agosto de 2014. Com o objetivo de informar e acolher, produz conteúdo que impacta diariamente mais de 300 mil pessoas. Tem dois projetos incentivados pela Lei Rouanet.

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